segunda-feira, 28 de julho de 2008

Os Rebeldes

Produção da National General (1969), dirigida por Mark Rydell e estrelada por Steve McQueen,
Sharon Farrell, Will Geer, Rupert Crosse, Mitch Vogel, Juano Hernandez, Clifton James, Michael Constantine e Diane Ladd. Adaptação do romance de William Faulkner sobre as aventuras de um garoto de 11 anos do interior do Mississipi em um carro ao lado de dois empregados de seu avô. O roteiro de Irving Ravetch explora bem essa passagem da vida do menino. A fita é pontuada de episódios emocionantes e o elenco está afinado. Rupert Crosse foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e Steve McQueen em grande momento de sua carreira. O diretor Mark Rydell, em 1981 dirigira outro veículo nostálgico "Num Lago Dourado", com o mesmo talento que já mostrava nesta produção. Uma película que se vê revê com prazer.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Ava Gardner

Ava Gardner foi uma das maiores estrelas dos tempos auréos de Hollywood. Começou fazendo pontas no cinema que iniciaram em 1941, o estrelato chegou no noir "Os Assassinos" de Robert Siodmak com Burt Lancaster. No filme seguinte teria pela primeira vez como co-astro Clark Gable em "O Mercador de Ilusões" de Jack Conway também com Deborah Kerr. Ava neste período contracenou com Fred MacMurray, Robert Taylor, Charles Laughton, Gregory Peck, Barbara Stanwyck, James Mason, Kathryn Grayson, Howard Keel, Broderick Crawford, Susan Hayward, Grace Kelly, Mel Ferrer, Humphrey Bogart, Edmond O'Brien, Stewart Granger, David Niven, Tyrone Power e Errol Flynn. Nos anos sessenta , Ava se afastou de Hollywood e foi morar na Espanha e teve elogiada performance na adaptação de Tennessee Williams de "A Noite do Iguana" de John Huston com Richard Burton e Deborah Kerr. Destaca-se também sua atuação em "Mayerling" de Terence Young com Omar Sharif e Catherine Deneuve. A década de setenta, mostrou Ava dividida em papéis pequenos e superproduções como "Terremoto" e "A Travessia de Cassandra". Seu último trabalho no cinema foi "Escândalo de Amor" com Ian McKellen e John Gielgud e na televisão foi em "Maggie" com Stefanie Powers. Ava Gardner faleceu em 1990 em Londres. O Cinema perdia uma de suas deusas aquela que já foi considerada "O mais belo animal da terra".

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Charles Bronson

Charles Bronson foi um dos bons coadjuvantes do cinema. Num passado recente, seus filmes viraram sinônimo de produto de qualidade inferior. Mas nem sempre foi assim, Bronson no auge da carreira esteve em clássicos como "Sete Homens e um Destino", "Talhado para Campeão",
"Fugindo do Inferno", "Adeus às Ilusões" , "Os Doze Condenados" e "Era Uma Vez no Oeste".
Depois que Henry Fonda recusou "Desejo de Matar", Bronso aceitou o polícial violento que marcaria a fase final de sua carreira. Não se importando com a qualidade dos filmes, porém os fãs aceitaram esta nova faceta de Bronson. E uma exceção neste período foi sua participação na fita "Sindicato da Violência", uma interpretação sutil como em seu penúltimo filme "Unidos pelo Sangue". Sua despedia em "Desejo de Matar 5" foi a volta a fórmula que o consagrou, a repercussão foi bem inexpressiva. Bronson faleceu em 2003, lembrado como herói de fitas de ação, que foi no início de sua carreira, um competente coadjuvante.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Cantando na Chuva

Produção da MGM (1952), dirigida por Gene Kelly e Stanley Donen e estrelada por Gene Kelly, Donald O'Connor, Debbie Reynolds, Jean Hagen, Millard Mitchell, Cyd Charisse, Madge Blake e Kathleen Freeman. Talvez o musical mais famoso de todos os tempos, seu enredo aborda como ficou Hollywood na transição do cinema mudo para o sônoro. Inexplicavelmente na época do Oscar só Jean Hagen recebeu uma indicação como Atriz Coadjuvante que perdeu para Gloria Grahame. Kelly, O' Connor e Reynolds carregam brilhantemente esta fita e tem momentos solo que são verdaeiras jóias. Destaque também para participação de Cyd Charisse em um papel sem diálogo e de Rita Moreno se firmando como coadjuvante. Depois virou musical da Broadway este clássico eterno da sétima arte.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Robert Mitchum

Robert Mitchum foi um dos astros mais subestimados da história de Hollywood. Quando faleceu em 1997 lhe faltou pelo menos um Oscar Honorário como fora dado a seus co-astros Kirk Douglas e Deborah Kerr. Teve como co-estrelas Marilyn Monroe, Rita Hayworth, Shirley MacLaine, Janet Leigh, Nastassja Kinki, Jane Russell, Polly Bergen, Joan Collins, Jean Simmons, Elizabeth Taylor, Mia Farrow, Carroll Baker, Ellen Burstyn e Sarah Miles. E como co-astros Cary Grant,
Raymond Burr, Elliott Gould, Richard Burton, Rod Steiger, Rock Hudson, William Holden entre muitos outros. Seu estilo muito pessoal de interpretação o impediu de obter o reconhecimento a seu talento. Mas em dois momentos de sua carreira do cinema, Mitchum esteve brilhante foi em "O Mensageiro do Diabo" de Charles Laughton com Shelley Winters e em "Círculo do Medo" de J. Lee Thompson com Gregory Peck, foram performances que mostram a versatilidade de Mitchum. Mitchum fez dramas, comédias, westerns, fitas de guerra, policiais e em seus desempenhos deixou sua marca. Morreu de câncer no pulmão em 1997, um adeus discreto daquele que foi um dos durôes mais famosos de Hollywood.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Goldie Hawn

Hoje ela é mais lembrada com a mãe de Kate Hudson, mas no auge da sua carreira foi uma das mais poderosas comediantes surgidas em Hollywood. Goldie estreiou em 1968 em "A Banda da Família Bower", já no segund filme "Flor de Cacto" com Walter Matthau e Ingrid Bergman recebu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Seria o inicio de uma trajetória de sucesso durante quatro décadas no cinema. Depois do Oscar contracenou com Peter Sellers em "Caiu Uma Moça na Minha Sopa" e com Warren Beatty e Julie Christie em "Shampoo" uma das comédias mais marcantes dos anos setenta. Ainda emplacaria mais um enorme sucesso "Golpe Sujo", que seu co-astro é Chevy Chase e esta fita lançou Dudley Moore em Hollywood. Os Oitenta vieram com nova indicação para o Oscar por "A Recruta Benjamin" e "Amigos Muito Ìntimos" com Burt Reynolds além de "Um Salto Para a Felicidade" com seu companheiro Kurt Russell. Nos noventa fez dupla com Mel Gibson em "Alta Tensão" e Meryl Streep e Bruce Willis na comédia de humor negro "A Morte Lhe Cai Bem", reuniu-se com Diane Keaton e Bette Midler no "Clube das Desquitadas". Apesar desses imensos sucessos sua carreira começava a entrar em declínio, sua segunda parceria com Steve Martin "Perdidos em Nova York", não foi o sucesso esperado.
A maré baixa piorou com o fracasso de "Ricos Bonitos e Infiéis" ao lado de amigos como Warren Beatty e Diane Keaton, Goldie esteve nesta fita que apesar de possuir qualidades foi ignorada pelo público. Ela ainda fez mais um filme em 2002 "Doidas Demais" com Susan Sarandon, e desde então tem sido apenas a mãe de Kate Hudson que desponta com promissora comediante.
Esperemos, que Goldie retorne a tela prateada que encontre novos projetos a altura de seu fabuloso talento.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Sabrina

Produção da Paramount (1954), dirigida por Billy Wilder e estrelada por Humphrey Bogart, Audrey Hepburn, William Holden, Walter Hampden, John Williams, Martha Hyer e Marcel Dalio.
Adaptação da peça de Samuel Taylor roteirizada pelo próprio juntamente com Billy Wilder e Ernest Lehman sobre a filha de um chofer (Hepburn) que se envolve com um playboy (Holden) e com o irmão mais velho dele por razões de negócios, interpretado por Humphrey Bogart.
A fita conta com os três interpretes em grande momento, um roteiro inspirado e a direção sempre eficiente do mestre Billy Wilder. As cenas de Audrey Hepburn tanto com Bogart como com Holden são memoravéis. Refilmado em 1995 por Sydney Pollack com Harrison Ford, Julia Ormond e Greg Kinnear estreiando no cinema, nesta nova versão a trama só foi atualizada a essência da história foi respeitada. Bogart, Hepburn e Holden quando estrelaram "Sabrina", eram recentes ganhadores do Oscar. Ela por "A Princesa e o Plebeu", Bogart por "Uma Aventura na Àfrica" e Holden por "Inferno 17" e esse bom momento de suas carreiras percebe-se na qualidade de seus desempenhos. Bogart se desentenderia com Billy Wilder, porém com Holden e Hepburn teriam seus nomes associados a outros projetos do cineasta. Mas é em "Sabrina" que a química do trio central obtem resultados inesquecíveis, em um fita que marcou época e que nos encanta até os dias de hoje.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Richard Widmark

Richard Widmark jutamente com Kirk Douglas e Robert Mitchum foi um dos durões do cinema noir. Estreou em 1947 em "O Beijo da Morte" que lhe valeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Trabalhou ao lado de grandes nomes do cinema: Gregory Peck, Gene Tierney, Sidney Poitier, Karl Malden , Marilyn Monroe, Anne Bancroft, Susan Hayward, Gary Cooper,
Spencer Tracy, Robert Wagner, Lauren Bacall, Lillian Gish, Charles Boyer, Jean Seberg, Doris Day, Henry Fonda, Anthony Quinn, Dorothy Malone, John Wayne e James Stewart. Na década de setenta participou de superproduções e teve um papel fundamental em "Assassinato no Expresso Oriente" com Albert Finney e no disaster- Movie "O Enxame" de Irwin Allen.
Seu último filme foi "A Um Passo do Poder" em 1991, Richard faleceu este ano deixando uma brilhante trajetória no cinema e na televisão.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Liza Minnelli

Liza Minnelli, filha famosa do casal Vincente Minnelli e Judy Garland teve o auge da sua carreira na década de setenta. Chegou a ganhar um Oscar por "Cabaret"de Bob Fosse com Michael York, teve luz própria durante o périodo mais fértil de sua carreira. Ainda na década de setenta brilhou em "New York, New York" de Martin Scorsese com Robert De Niro em que canta a música-tema. Em 1981, em "Arthur-O Milionário Sedutor" com Dudley Moore e John Gielgud seria seu último grande momento dai em diante foram rareando as aparições e qualidade dos filmes foi diminuindo. Em 1991 esteve no musical "Stepping Out" de Lewis Gilbert com Julie Walters e Shelley Winters que não teve grande repercussão. Seu trabalho mais recente foi uma participação especial na comédia" Em Busca do Prazer" tendo apenas uma cena coma protagonista Parker Posey. O público latino a reencontrou no badalado Conrad Cassino Hotel em Punta Del Este e Liza brindou os espectadores com toda sua garra e talento de magnífica entertainer.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Cortina Rasgada

Produção da Universal (1966),dirigida por Alfred Hitchcock e estrelada por Paul Newman, Julie Andrews, Lila Kedrova, Tamara Toumanova, Wolfgang Kieling e David Opatoshu. È sobre um cientista (Newman) que atua como espião, investigando a antiga Alemanha Oriental, neste thriller produzido durante a Guerra Fria. A maior parte da trama ocorre na cidade de Berlim.
Newman e Andrews oferecem bons desempenhos mas quem rouba a cena é a fantástica Lila Kedrova em um pequeno e importante papel. È considerado uma obra menor do mestre Alfred Hitchcock, contudo os talentos aqui reunidos na frente e atrás das cãmeras proporcionam um belo espetáculo.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Louis Jourdan

Louis Jourdan esteve em atividade no cinema por seis décadas. O auge de sua carreira foi nos anos cinquenta com sucessos como: "Julie" com Doris Day, "O Cisne" com Grace Kelly e Alec Guiness, e "Gigi' de Vincente Minnelli com Maurice Chevalier e Leslie Caron ganhador de 9 Oscars. Na década de sessenta, que foi outro fase rica em sua filmografia foi visto em "Can Can" de Walter Lang com Frank Sinatra,Shirley MacLaine e Maurice Chevalier e no elenco estrelar de "Gente Muito Importante" de Anthony Asquith em que dividiu a cena com o casal Elizabeth Taylor e Richard Burton. Ainda neste período atuou ao lado de Gina Lollobrigida em "Amante à Italiana" e "O Jovem Rebelde" e Ann-Margret foi sua parceira em "Feita em Paris". Nos anos 70 sua carreira enfrentou muitas dificuldades, só se recuperou em 1983 quando foi convidado para sero vilão em "007 Contra Octopussy" estrelado por Roger Moore e Maud Adams que foi um grande sucesso.
Na televisão esteve em "As Damas de Beverly Hills" com Faye Dunaway e depois de estrelar mais algumas fitas de menor repercussão fez sua despedida das telas em "O Ano do Cometa" em 1992. Aposentado será lembrado pelo fãs da sétima arte por ter sido verdadeiro cavalheiro dentro e fora das telas.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Ann-Margret

Ann-Margret é uma das mais talentosas atrizes de sua geração. Sua estréia no cinema foi em "Dama por um Dia", último filme de Frank Capra estrelado por Bette Davis e Glenn Ford em 1961. Na década de sessenta teve como co-astros e co-estrelas:Steve McQueen, Karl Malden, Joan Blondell,Gene Tierney, Elvis Presley, Bing Crosby e Dean Martin, em muitos filmes que exploraram seus atributos físicos. Sobreviveu a uma queda de um palco no início de setenta e começou a ganhar respeito como atriz em obras como : "Ânsia de Amar" de Mike Nichols e "Tommy" de Ken Russell ambas ao lado de Jack Nicholson e lhe valeram suas duas indicações ao Oscar. Depois de período de altos e baixos foi apresentada para uma nova geração em "Dois Velhos Rabugentos" contracenando com os lendários Jack Lemmon e Walter Matthau.
Na televisão foi cinco vezes indicada ao Emmy e acabou não recebendo o prêmio apesar de suas performances serem elogiadas pela crítica. Seu trabalho mais recente que chegou ao público Brasileiro é a comédia "Meu Papai é Noel 3" em que estrela juntamente com Alan Arkin intepretando os pais do protagonista Tim Allen.De símbolo sexual a uma atriz cada vez melhor, Ann-Margret soube envelhecer com leveza e dignidade. Seja no cinema ou na televisão, Ann-Margret mostrou sua versatilidade e como ela ainda está ativa com novos projetos cinematográficos que para nossa alegria em breve poderão estar nas telonas. Vamos Aguardar!

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Marujos do Amor

Produção da MGM (1945), dirigida por George Sidney e estrelada por Frank Sinatra, Kathryn Grayson, Gene Kelly e Dean Stockwell. Musical muito popular nos anos quarenta que deu a Gene Kelly uma indicação ao Oscar de Melhor Ator num ano que Ray Milland levou a estatueta por Farrapo Humano. A história é simples são as aventuras de marinheiros em Nova York e seus romances. Destaque para sequência que Gene Kelly dança ao lado do camundongo Jerry até hoje fascina numa das parcerias mais criativas da história do cinema. Belo divertimento um ponto alto na carreira dos envolvidos neste agradável musical.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Deborah Kerr

Deborah Kerr foi uma das mais talentosas estrelas surigdas nos tempos auréos de Hollywood.
Ela foi seis vezes indicada ao Oscar mas a estatueta só veio em 1994 um Oscar Honorário pelo conjunto da carreira. No auge de sua filmografia nos anos quarenta e cinquenta estrelou produções como: "A Um Passo da Eternidade" de Fred Zinnemann com Burt Lancaster e Frank Sinatra, "O Rei e Eu" de Walter Lang com Yul Brynner, "Tarde Demais Para Esquecer" de Leo McCarey com Cary Grant. Tinha classe e elegância além de ser versátil trabalhou ao longo da carreira com grandes atores e diretores do cinema mundial. Estreou no cinema em "Major Barbara" uma fita estrelada por Wendy Hiller e Rex Harrison, tornou-se uma atriz muito requisitada e Hollywood a chamou para "O Mercador de Ilusões" com Clark Gable, contracenou com Spencer Tracy em "Meu Filho" e seguiu uma trajetória de performances marcantes.
Depois de "Movidos Pelo Òdio" de Elia Kazan com Kirk Douglas em 1969 se afastou do cinema só retornando em 1985 em "The Assam Gardem" que seria seu último filme. Em 1993 com o sucesso do filme "Sintonia de Amor" com Meg Ryan e Tom Hanks que citava "Tarde Demais Para Esquecer", Deborah foi relembrada e o Oscar corrigiu uma injustiça. Vivendo reclusa na Suiça, faleceu em 2007 aquela que é sem dúvida a grande dama dos anos dourados do cinema.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Yul Brynner

Yul Brynner é um dos atores mais marcantes da velha Hollywood. Imortalizou a figura do rei do Sião que interpretou no cinema que lhe valeu um Oscar e também na televisão e no teatro.
"O Rei e Eu" de Walter Lang com Deborah Kerr é um dos grandes musicais da Fox e Yul canta com sua própria voz. No mesmo ano ainda estrelou "Os Dez Mandamentos" com Charlton Heston e Anne Baxter e "Anastácia-a Princesa Esquecida" de Anatole Litvak com Ingrid Bergman.
Outro papel que o consagrou foi no western "Sete Homens e m Destino" de John Sturges com Eli Wallach e Steve McQueen a trilha de Elmer Bernstein tornou-se clássica. Na década de sessenta trabalhou em fitas de aventura, westerns e contracenou com a lendária Katharine Hepburn em "A Louca de Chaillot". Nos anos setenta estrelou bastante filmes policiais e produções européias.
Seu último grande momento foi no western de ficção científica "Westworld". Em 1985, foi vencido por um câncer por causa do cigarro e ele faleceu no mesmo de dia de outra lenda de Hollywood, Orson Welles. Yul foi um original assim como Anthony Quinn ou Charles Boyer que em cada uma de suas performances era uma lição sobre a condição humana.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Anthony Hopkins

Anthony Hopkins é um dos maiores atores do cinema contemporâneo, sucessor de Laurence Olivier. Mas o começo não foi fácil, ele estreou em "O Leão no Inverno" ao lado de Peter O'Toole e Katharine Hepburn, entretanto por causa de problemas com a bebida sua carreira foi marcada por altos e baixos. Na década de setenta esteve em "A Garota de Petrovka" com Goldie Hawn,
"As Duas Vidas de Audrey Rose" com Marsha Mason e no telefilme "Vitória em Entebbe" com Kirk Douglas e Elizabeth Taylor. Hopkins só começou a adquirir respeito como ator no cinema em "O Homem Elefante" de David Lynch e "Nunca Te Vi, Sempre te Amei" com Anne Bancroft.
Apesar de na ter estado na minissérie "Luz, Câmera, Ilusão" contracenando com Rod Steiger e Stefanie Powers, Hopkins se diverte por ter participado em 1985 desta controvertida produção.
Em 1991 participou de um telefilme Britânico dirigido pelo Brasileiro, Sergio Toledo : "A Guerra de um Homem" contracenou com Fernanda Torres e a ótima Norma Aleandro. O "Oscar veio em 1992 na sua primeira indicação por "O Silêncio dos Inocentes" com Jodie Foster interpretando pela primeira vez Hannibal Lecter o personagem que marcaria sua longa filmografia. Versátil fez um mordomo reservado com uma paixão platônica em "Vestígios do Dia", interpretrou o papel-título em "Nixon" de Oliver Stone e esteve no drama de Richard Attenborough "Terra das Sombras" ao lado de Debra Winger. Nos anos dois mil esteve em "Bobby" de Emilio Estevez ao lado de Sharon Stone e Demi Moore e também reviveu Hannibal Lecter em dois filmes. Recentemente, esteve no remake de "A Grande Ilusão" com Sean Penn e está para estrear um novo filme em que além de atuar ,ele dirige,é "Um Sonho Dentro de um Sonho" que chega diretamente em DVD.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

A Malvada

Produção da 20th century Fox (1950), dirigida por Joseph L. Mankiewicz e estrelada por Bette Davis, Anne Baxter, George Sanders, Celeste Holm, Gary Merrill, Hugh Marlowe, Thelma Ritter
e a jovem Marilyn Monroe. Abordagem cínica e espirituosa sobre o mundo do teatro com roteiro de Joseph L. Mankiewicz inspirado na história de Mary Orr, "The Wisdom of Eve", sobre uma fã
que quer tomar o lugar de uma estrela veterana. Mais tarde virou peça musical da Broadway "Aplauso" com Lauren Bacall. Bette não era a escolha original para Margo Channing ,o papel estava reservado a Claudette Colbert que se acidentou e teve que desisitir do projeto. Bette a substituiu e imortalizou a personagem tornando um dos pontos altos de sua longa carreira.
A fita juntamente com "Titanic" é recordista em indicações (14) ao prêmio Oscar, mas levou apenas seis incluindo: Melhor Filme, Direção, Roteiro e Ator Coadjuvante para George Sanders.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Marlene Dietrich

Marlene Dietrich foi uma grande estrela do cinema internacional durante sete décadas.
O filme que a tornou estrela foi "O Anjo Azul" de Josef Von Sternberg quando havia estrelado pouco mais de vinte películas. A Estréia em Hollywood veio ao lado de Gary Cooper em "Marrocos" também de Sternberg que seria seu mentor. Em Hollywood contracenou com grandes nomes da época como: Cary Grant, Charles Boyer, Robert Donat, Herbert Marshall, James Stewart, John Wayne, Edward G. Robinson, George Raft, Fred MacMurray, Orson Welles, Ronald Colman e Ray Milland. Na fase final de sua carreira no cinema esteve em "A Volta ao Mundo em 80 Dias", "Testemunha de Acusação", "A Marca da Maldade" e "Julgamento em Nuremberg". Despdiu-se do cinema em "Apenas um Gigolô" em que canta a canção-título para David Bowie. Após 55 filmes faleceu em 1992 em Paris, cidade que a adotou e onde foi realizado o documentário "Marlene" de Maximilian Schell que revisita a mítica interprete e sua reclusão.
Um retrato honesto daquela que foi sem dúvida uma das maiores estrelas surgidas nas telas de cinema.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Serenata Tropical

Produção da 20th century Fox (1940), dirigida por Irving Cummings e estrelada por Don Ameche, Betty Grable, Carmen Miranda, Charlotte Greenwood, J. Carrol Naish e Henry Stephenson. Musical que tornou estrela Betty Grable apaixonando-se por um criador de cavalos (Ameche). Primeiro filme Americano de Carmen Miranda que aparece cantando três canções e como ela mesma. A trajetória de Carmen Miranda na América a consagraria como um dos grandes nomes do cinema musical da época. Betty se tornaria comediante respeitada e durante a segunda guerra uma das pin-ups mais requisitadas e Don Ameche que ainda faria mais dois filmes com Carmen, já veterano receberia um Oscar de melhor ator coadjuvante por "Cocoon".
A presença de Charlotte Greenwood como a tia de Betty é um dos atrativos da fita pois ela rouba as cenas que aparece, esta magnífica coadjuvante. Apesar de ser um produto típico de sua época é uma fita alegre, colorida, divertida algo difícil de ver no cinema hoje em dia em que a violência é a tônica de muitas produções atuais. Nos anos quarenta, paralelo com a Segunda Guerra, o papel do cinema era amenizar o sofrimento e filmes alegres como "Serenata Tropical", propagavam otimismo e esperança por dias melhores em um mundo tumultuado e o faziam de forma brilhante.