Ingrid Bergman sempre foi uma mulher autêntica e avançada para sua época. Teve um célebre casamento com diretor italiano Roberto Rossellini que começou de uma admiração sua pela obra do mestre. A ousadia provocou prejuízos na carreira a grande estrela de Hollywood dos anos quarenta passou um período de ostracismo na Europa. Renascendo em "Anastácia, a Princesa esquecida", quando Hollywood a perdoou. Foram três Oscars, em uma carreira de 47 filmes para o cinema, um currículo em que estrelou em produções ao lado de grandes nomes da época.
Alguns de seus principais trabalhos: "Intermezzo", na Suécia e nos Estados Unidos, "O Médico e o Monstro", "Casablanca', "Por Quem os Sinos Dobram", "Os Sinos de Santa Maria", "Interlúdio",
"Joana D'Arc", "Indiscreta", "A Morada da Sexta Felicidade", "Flor de Cacto", "Assassinato no Expresso Oriente" e "Sonata de Outono",dirigida por Ingmar Bergman em seu último filme.
Ingrid faleceu em Londres no mesmo dia em que nasceu. Ela nos deixou marcantes desmpenhos nas telas. Seus filmes a eternizaram como uma mulher moderna que até hoje segue de exemplo para as novas gerações.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
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